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Bateu + Sangra Muta

recebemos nesse mês a equipe da Sangra Muta para um showcase incrível com direito a dois DJs e performer bafíssimas na nossa pista.

assim como a BATEU, a Sangra é uma das principais festas da cena eletrônica do país, se destacando principalmente pela preocupação em acolher e dar visibilidade para artistas mulheres e LGBTs em suas diversas esferas, desde a produção, staff e lineup.

a festa se propõe a ser uma plataforma de interação entre diferentes linguagens artísticas; reunindo música, performance e projeções visuais, sendo sempre uma grande experiência para o público frequentador.

12 Outubro 2019 - 23h

Bar do Deca - Praia Mole - Florianópolis

Ingressos

O ingresso inclui after após o amanhecer, sem hora pra acabar, e translado com jeeps entre o estacionamento e a festa, que rola na beira da Praia Mole em espaço coberto, com acesso livre pra sair tomar um ar e voltar. Insira no GPS ou Uber o endereço “Rodovia Jornalista Manoel de Menezes, 1640” e aguarde o próximo jeep quando chegar.

Pessoas trans tem entrada gratuita na BATEU, contatando antecipadamente @dameilari no Instagram.

Bateu + Sangra Muta

LINEUP

Gezender

Focado nas vertentes ácidas e sombrias da música eletrônica, Gezender passeia pelo techno, house e electro com fluidez e naturalidade através de um repertório que não se limita a um gênero, mas um mood sempre característico de seus sets. Sua música é de forte personalidade e marcada pela influência dos primórdios da cultura eletrônica, mesclada à pesquisa baseada também na música contemporânea. Com bases marcadas e pads fluidos, a contemplação e a tensão se fundem em seus sets proporcionando um mix de sensações. Com a capacidade de adaptação a uma pista, sem perder sua identidade, sua perfomance na cabine é admirável.

Em agosto de 2018, percorreu a sua primeira tour internacional, passando em locais como Saule, Lab.Oratory (Berghain), Egg London e Red Light Radio.

Há três anos, assina a festa “Sangra Muta”, que já recebeu nomes de relevância no cenário eletrônico, com edições em São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro. O artista reside em São Paulo, onde atua no coletivo de artistas da “Mamba Negra”. Com quatro anos de carreira, passou por clubs em todas as regiões do Brasil.

Em maio de 2016, lançou seu primeiro EP, “Spiritual Flesh“ pela Neurom Records, gravadora franco-alemã. Em setembro de 2017, Gezender lançou pela emblemática gravadora do Dj Hell, a Gigolo Records, seu segundo EP, desta vez em EP parceria com Moebiius, “OM”, que contou com um remix de L_cio. A ótima repercussão contou com uma premiere na House Mag, e uma entrevista para a coluna Miller Music no MusicNonStop, de Claudia Assef. Em 2018, lançou seu último EP pela Neurom Records, chamado “Tantra”, que conta com duas originais e remixes do Teto Preto, Tessuto e Blancah. O EP teve première em sites como a Phouse e House Mag. Pra 2019, Gezender lançará um EP com participação de Linn Da Quebrada e Aerea Negrot pela MambaREC.

ERAM

ERAM é o projeto da artista multidisciplinar Marê Viscaíno, desenvolvido a partir de sua participação na Arruaça, coletivo de ocupação de espaço público por meio de festas.

Produz a ZONAexp e a GRETA. A ZONA é um projeto que transita entre as periferias da música eletrônica de pista através do experimentalismo e de uma estética transgressora. A GRETA é um projeto de mulheres, DJS e produtoras, que cria rachaduras em um sistema homogêneo, produzindo uma rede de emponderamento, encorajando mulheres, ocupando e resistindo dentro de uma cena majoritariamente masculina.

Recentemente começou a apresentar um programa na rádio Veneno, onde traz a mistura de elementos da música popular como rap, funk e beat na mistura com experimentais e música de pista de diversos gêneros. Sua pesquisa apresenta personalidade forte, mixando diferentes estilos com versatilidade e sutileza.

Atualmente, mescla referências entre techno, acid, electro, breakbeat, hard drum e guetto tech, criando uma atmosfera densa e soturna, permeada por batidas quebradas, bmp’s acelerados e sofisticadas texturas de bateria.

ERAM já se apresentou em diversas pistas do novo cenário da música eletrônica underground e é referência nacional, tais como:

Mamba Negra (SP), MasterPlano (BH), 1010 (BH), Dissolve (RJ), Sangra Muta (SP), Sujo (BSB), Metanol (SP), Base (POA), Dusk (SP).

Noizzed

Noizzed, curiosa e inquieta, com uma visão focada na cena e um espírito multideterminado, vive de respirar música e arte.

Esteve, por muitos anos, à frente do núcleo de festas ‘Blak.out e hoje mantém o projeto da Gravadora Estufa. Além disso, carrega o nome do selo BATEU como DJ residente e parte ativa no criativo, assim como da residência na Odisseia.

Em suas apresentações como DJ, Noizzed traça as linhas do house ao techno com passagens pelo electro, acid e breakbeat, buscando pelo som perfeito para cada situação e desafio que a pista apresenta. Sempre à procura de sonoridades autênticas e envolventes, a DJ apresenta cerca de 70 músicas autorais, possuindo dois álbuns.

Noizzed, como produtora, proporciona sons bem característicos, com harmonias marcantes, sempre envolvente e dançante, objetivando, também, transmitir uma mensagem, seja pelo nome, pela letra ou arte da capa. Seu último álbum, lançado em 2018, obteve suporte de artistas como Richie Hawtin, Paco Osuna, DJ Mau Mau, Seldon, Gezender, Erica e Peggy Gou – e em 2019 lançou ‘hypnotized’, um remix oficial para banda LETRUX com projeção nacional. Noizzed, ou Fabi, como costuma ser chamada, busca pela evolução constante, tentando transmitir de forma natural e positiva a essência que vive e acredita na música.

Le Calve

@lecalve iniciou-se na produção de música eletrônica em 2001, mesmo ano em que passou a se apresentar como DJ em festas e raves do interior paulista, construindo um imenso repertório.

foi residente das Mad Mondays, noites de techno da paulistana Trackers e já se apresentou em renomados clubes e festivais pelo Brasil, como D-Edge, Terraza, Skol Beats Factory, Injeção Eletrônica e Voodoohop.

teve suas produções lançadas por diversos selos nacionais e internacionais, mas em especial pela Paunchy Cat, selo brasileiro voltado para o house e o deep house.

tendo como base o techno e o house, faz uma transição precisa entre estilos e referências adquiridas durante todos esses anos.

Kosmo

@kosmo_bateu é um dos principais fomentadores culturais da cena de Florianópolis, sendo responsável pelo desenvolvimento da cena queer na cidade através da BATEU, movimento que busca criar espaços de livre expressão e segurança para as minorias.

também é residente do Terraza, principal clube da ilha, onde protagonizou importantes apresentações como o warm up para @derrickmay, considerado um dos fundadores do techno. com apenas 24 anos mantém uma carreira sólida, se apresentando em pistas como Noctambula (Santiago), Sinestesia (Punta Cana), Mamba Negra (São Paulo), ODD (São Paulo), Carlos Capslock (São Paulo), Deturpa / Deputamadre Club (Belo Horizonte), Sweetuf (Curitiba) e Sounds in da City (Florianópolis).

seu prestígio é fruto de sua incessante pesquisa musical e profunda dedicação à música eletrônica. sua principal influência é o futurismo de Kraftwerk e seu desdobramento no techno de Detroit. em seus sets, diferentes gêneros e estilos se misturam harmonicamente, construindo histórias  atemporais que sempre emocionam a pista.

Bateu + Sangra Muta

PERFORMERS

Carmen Laveau

“Jogada a fogueira por
acreditar que nossos corpos
poderiam ser mais do que era
premeditado, a última descendente
de Caim desceu ao inferno e
emergiu de volta a terra como os
olhos de Lúcifer com o único
objetivo de vingar sua morte e não
permitir que os ideais de seus
assassinos contaminasse a
humanidade. Carmen atravessou
os séculos, se fincou por anos no
Rio de Janeiro e hoje reside em
São Paulo, nas sombras de cada
encruzilhada.”

Carmen Laveau é um ser infernal desenvolvido a partir das memórias afetivas e sensoriais de Carmen Lima, uma performer, atroz e maquiadora que trabalha com o desenvolvimento e ressignificação de simbologias pagãs e os rituais que as envolvem. Uma pesquisa corporal nas muitas vertentes da magia que vai desde a experimentação de movimentos ritualísticos até os símbolos incorporados nas suas maquiagens.

Um trabalho que é reflexo direto da vivência de seu corpo, na busca pela
dissolução de gênero, implantado na sociedade atual. No entendimento do lugar que a colocaram por tanto tempo: O de demônio, corpo estranho, não pertencente. Transformando esse lugar em potência a partir dos seus
aprofundamentos em magia, voltados pro entendimento de si e ressignificação do que é ser um demônio.

Sarah Brota

@sarahbrota chega fervendo em sua estreia.

é atriz, poeta, compositora, militante e envolvida com diversas debates importantes sobre minorias na cidade. é uma artista em constante exercício experimental da vida e nos promete uma performance memorável explorando o animalesco a partir da desconstrução das formas orgânicas humanas.

Preta Índia

@pretaindiaa faz arte desde que se entende por gente. É atriz, MC, cantora compositora, arte educadora e trabalha com produção cultural. Apesar da carreira artística e acadêmica acredita que vivência é um conhecimento que felizmente não cabe no Lattes. Seu trabalho sempre levantou discussões raciais e de gênero. Trabalha sempre em coletivo, com @coletivonega há 7 anos.

Suzaninha Richthofen

Suzaninha Richthofen é uma Drag Queen de 74 anos, ex-atriz de teatro de revista, ex-sídinca – foi impichmada – e agora tenta carrerira como cantora e apresentadora de programa de auditório.

Criada pelo performer Arthur Gomes, Suzaninha adentra em cena com todo seu humor crítico e político, subvertendo os espaços da montação e apresentando a arte da ruptura contra a hegemonia dos corpos. Instagram: @risotril

BALALAIKA

BALALAIKA é um espetáculo de rua musical e performático inspirado na cultura cigana e nas danças de roda de diversas partes do mundo, misturando um caldeirão de elementos mediterrâneos, orientais e brasileiros.

Com muito mistério, magia, sedução e irreverência, o espetáculo busca interagir com o público e celebrar a diversidade, a união e a liberdade. A trupe é composta por Lôu Espiral (escaleta), Dani Postal (violão), Nati Minatti (castanhola) e Ligia Oki (performance).

HOSTS

Mateus Tizol

@mateustizol é nascido do Maranhão. em busca do seu sonho, o jovem nordestino fixou morada em Florianópolis enfrentando a adaptação de costumes e cultura aquém. em pouco tempo na cidade envolveu-se com os principais núcleos de música e arte. nada diferente do que vivia em São Luís, pois viveu e cresceu rodeado de músicos, poetas, todos amigos de sua mãe; cubana, radicada no Brasil e artista multiplural.

hoje, além de promoter, faz parte da equipe criativa da BATEU e receberá todas as batedoras com muita simpatia, beleza & finésse.

Laró

você com certeza já foi recebido com muita simpatia e energia pela Laró na BATEU, né?

@laroprazeres é mulher, maquiadora e arrasa em sua marca de roupas, a @laroprazeres_handmade. clubber de raiz e ainda tem um currículo babadeiro como hostess em vários clubes bafos de São Paulo como: Lions, Cine Joia, Club Yacht, Carlos Capslock e Clube Glória.

recebe nossas batedoras há mais de 2 anos e além de hostess e a cara da BATEU, faz parte da equipe criativa, artística e também assina a maquiagem de todos nossos ensaios!